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segunda-feira, 21 de junho de 2010

via Notícias Pró-Família de LifeSiteNews em 27/04/10

John-Henry Westen
19 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um documento de leitura obrigatória produzido por Brian Clowes, diretor de pesquisas de Human Life International (Vida Humana Internacional), resolveu definitivamente a questão se a homossexualidade no sacerdócio é a origem da crise de abuso sexual no clero. Citando numerosos estudos e pesquisas, Clowes prova que a homossexualidade tem ligação forte com o abuso sexual de menores, e que o celibato não é definitivamente uma das causas da pedofilia.
Clowes cita estudos, inclusive:
— O homossexual Alfred Kinsey, o supremo pesquisador sexual dos EUA, revelou em 1948 que 37 por cento de todos os homens homossexuais confessaram ter tido sexo com crianças abaixo de 17 anos.
— Um recente estudo publicado na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) revelou que “A melhor evidência epidemiológica indica que só 2,4% dos homens que têm atração por adultos preferem homens. Em contraste, entre 25 e 40% dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos. Portanto, o índice de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais elevado do que entre pedófilos”.
— Um estudo em Archives of Sexual Behavior revelou que “A pedofilia parece ter uma associação muito mais do que casual com outros dois fenômenos estatisticamente infreqüentes. O primeiro desses é a homossexualidade… Pesquisas recentes estimam a preponderância da homossexualidade, entre homens que têm atração por adultos, na faixa dos 2%. Em contraste, a preponderância da homossexualidade entre pedófilos pode ser tão elevada quanto 30-40%”.
— Um estudo na Revista de Pesquisa Sexual observou que “…a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo masculino entre homens homossexuais é significativamente maior do que a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais… o desenvolvimento da pedofilia está mais intimamente ligado à homossexualidade do que à heterossexualidade”.
— Um estudo de 229 homens condenados por estupro de crianças, publicado em Archives of Sexual Behavior, revelou que “oitenta e seis por cento dos criminosos [sexuais] contra pessoas do sexo masculino descreviam-se como homossexuais ou bissexuais”.
Para ver as referências dessas pesquisas, por favor, leia o documento total de Clowes aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10041916.html
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via Vida sim, aborto não! de Wagner Moura em 24/05/10


Ninguém nasce com cara de estuprador.
Vamos aos fatos: é mentira que tenta-se aprovar uma lei para criminalizar o aborto em caso de estupro. A pretensão não faria sentido quando sabemos que essa lei já existe e está em vigor há décadas! No Brasil o aborto já é crime em qualquer caso! Mesmo no caso de estupro? Sim. Mesmo no caso em que a mãe corre risco de vida? Ainda que houvesse, em pleno século XXI, época de superevolução da medicina, um caso em que a mãe estivesse numa situação inevitável de risco de vida (de morte, melhor dizendo!) por causa de uma gravidez… Ainda assim, no Brasil, um aborto induzido por esse motivo é crime.
Se você não sabia disso, bem-vindo à discussão mais cara do país. Cara mesmo! O debate sobre o aborto e sua legalização/descriminalização/saúdepublicalização (aborto como saúde pública) é um falso debate mantido a custas de muitos dólares por duas sinistras fundações internacionais: Fundação Ford e McArthur.
Essas fundações empregam/financiam/dãodinheiromesmo para o primeiro que apresentar um projetinho que minta endereçar-se para alargar o debate sobre o aborto no Brasil. É como mente, por exemplo, a ONG Anis, fundada pela antropóloga lotada na Universidade de Brasília, UNB, Débora Diniz!
A ONG da antropóloga existe para uma única coisa: manipular a opinião pública a respeito do tema aborto, no Brasil. E como se dá essa manipulação? Simples. A Anis/Débora consegue uma grana para pesquisa com o intuito de demonstrar que o aborto é uma realidade no Brasil. Ora… Todo mundo sabe disso. Por que então fazer pesquisa? Para pressionar políticos, organizações, pessoas. Para mentir dizendo que sua própria intenção e agenda pessoal – intenção e agenda de seus patrões, que seja – não está sendo imposta a ninguém, mas tão somente os dados, os números, a pesquisa, a realidade do aborto.
Vamos entender melhor. Num país em que a grande maioria da população é contra o aborto (contra a legalização do aborto, contra a oferta do procedimento, contra a prática do aborto), não se consegue voz/espaço favorável ao aborto (a favor de sua legalização, a favor da oferta do procedimento, a favor da prática) sem se apresentar outras maiorias. Exemplo: “5 milhões de brasileiras de até 39 anos, uma em cada sete, já fez pelo menos um aborto.” São números grandes! Aparentemente tão grandes quanto “a grande maioria da população brasileira é contra o aborto”. Números grandes chamam atenção.
Em resumo é isso: são pesquisas trabalhadas para causar impacto sobre o já impactante “a grande maioria da população”. Normal. Pesquisa-se números exatamente para alcançarmos a compreensão de algumas grandezas. Não há nada novo nisso. A questão é que para conseguir-se números impressionantes para o lado dos “favoráveis ao aborto apesar de tudo” é preciso manipular. É que eles simplesmente não existem de outra forma.
Na mais recente pesquisa da Anis/Débora a manipulação se dá por meio de uma mistura sutil entre os dados de abortos induzidos e os dados de abortos espontâneos. O aborto induzido é aquele que todo mundo tem em mente quando se fala de aborto… A mulher não quer o filho (ou a família dela não o quer, ou os patrões dela não querem, ou, enfim, um monte de outras pessoas não querem) e aí aborta. Isso é crime. O outro aborto, o espontâneo (é um nome infeliz, realmente!), é quando o próprio corpo da mulher rejeita o bebê, quando ele morre na fase de gestação ainda, enfim. É um aborto que acontece independente da vontade de quem quer que seja.
Quando lemos “5 milhões de brasileiras de até 39 anos, uma em cada sete, já fez pelo menos um aborto” pensamos, obviamente, no aborto induzido. Claro! Uma pesquisa com dados de aborto espontâneo nos causaria pesar, mas não nos faria refletir sobre a legalização do aborto, até porque aborto espontâneo não é crime – é espontâneo, ora bolas! Ninguém tem culpa. O problema é que os números dessa pesquisa, como esclarece a própria divulgadora da pesquisa, podem incluir (leia-se: incluem!) abortos espontâneos:
Mas por que alguém encomendaria uma pesquisa para confundir a pessoas? Ora, francamente… Isso é feito o tempo todo. Mas, nesse caso específico, a demanda pela confusão se dá por ocasião da aprovação (parcial ainda) do Estatuto do Nascituro, uma lei que garante cuidados à mãe e ao bebê que não foi “planejado”. É importante “fomentar o debate”, fazer as pessoas refletirem sobre o tema aborto, especialmente quando os parlamentares brasileiros aprovam uma lei contrária ao aborto.
As ações pró-aborto são sempre coordenadas. E alguém paga caro por elas, não esqueça (Ford e McArthur)! Assim são as ações: pesquisas para confundir > manifestações públicas para provocar > leis para aprovar/barrar. É só isso. Nenhuma mulher estuprada é atendida por essas ações; nenhuma mulher pobre e grávida recebe qualquer apoio. São ações pragmáticas de quem precisa atingir metas como em qualquer trabalho empresarial. A meta é “avançar no debate sobre o aborto no Brasil”, ou seja: legalizar o aborto. A estuprada, a pobre, a mulher, é apenas uma inocente útil que deve ser usada e abusada para que os objetivos da empreitada sejam alcançados.
Simples assim. A fase da pesquisa está rolando… Muito doutor e doutora vai escrever artigos em jornais para apoiar a pesquisa sem nem ao menos ter lido a pesquisa em si alguma vez. Depois, no dia 28, começam as manifestações públicas que objetivam mostrar que “assim pensa a população”. Tudo mentira. Tudo gente paga para fazer um barulhinho e criar imagens para serem transmitidas pela TV, jornal, revista e internet. Tudo para fazer você pensar que a ideia deles é a ideia da maioria. E não é.
Tanta coisa por causa de uma lei que quer proteger de uma vez por todas o bebê na barriga da mãe? Sim. Mas antes que alguém possa dizer que a lei vai proteger quem quer que seja, eles vão afirmar que a lei é um retrocesso, que pune a mulher, que é bandeira de fundamentalistas. Enfim, que trata-se de uma iniciativa negativa.
Mentira. Todo mundo sabe que matar criança é errado. Todo mundo sabe que o bebê não é o culpado pelos erros dos pais que não podendo assumir uma criança, fizeram-na! Todo mundo sabe que o bebê não é culpado pelo crime do estuprador. Todo mundo sabe que aborto é proibido por lei em qualquer hipótese, mas que não há punição para alguns casos… “Não punir” é diferente de “é legalizado”. E advinha só… São os próprios abortistas que, ao que tudo indica, favorecerão esse debate a contragosto, nos oportunizando refletir, inclusive, que não há maior retrocesso nos Direitos Humanos que permitir o aborto de uma criança.
Como todo mundo sabe… Não existe bebê-estupro.

via Vida sim, aborto não! de Wagner Moura em 19/05/10

Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!” – Deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e Família, na última quarta-feira, 19.
Para isto Fátima nasceu. A menina que veio à luz num presídio misto e lá viveu por três anos após um ato de violência sexual sofrido por sua mãe. Fátima Pelaes, deputada amapaense, militante pelas causas das mulheres, crianças e adolescentes! Ela relatou a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes (1992), presidiu a CPI que investigou a mortalidade materna no Brasil (2000/2001) e criou a lei, de 2002, que estendeu a licença-maternidade para mães adotivas.
Mas o melhor de Fátima estava por vir. Aconteceu ontem, durante a sessão da Comissão de Seguridade e Família, na Câmara Federal, quando estava em pauta o Estatuto do Nascituro.
Foram quatro horas de discussão! Quatro horas evitando que o projeto de lei fosse rejeitado… Quatro intensas horas de resistência psicológica ante as provocações das abortistas enfurecidas com um projeto que se for sancionado pelo presidente da república terá o poder de paralisar as ações contrárias ao bem-estar da mãe e do bebê.
Os deputados pró-vida defenderam a urgência da aprovação do projeto. Os deputados abortistas aterrorizaram a todos denunciando – sempre falsamente – que o Estatuto do Nascituro tinha por objetivo criminalizar as mulheres e revogar o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe.
Fátima tomou do microfone e contou ser fruto de um estupro realizado dentro da prisão. Sua mãe quis abortá-la, a princípio, mas decidiu por sua vida e para isto ela nasceu: para que sua história pudesse salvar a história de muitos outros, muitas outras.
Quando ela acabou de falar, todos estavam chorando, emocionados. O deputado Arnaldo Faria de Sá tomou o microfone e convocou uma resposta à altura do depoimento de Fátima: “Senhores, depois deste testemunho como não ser a favor da vida dos nascituros?”
Foi aprovado o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade Social e Família. Agora o projeto dos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini segue para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição. Sendo aprovado por lá o projeto é encaminhado para votação no plenário e por último é entregue para sanção do presidente da república.
O projeto define o direito à vida desde à concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo de algum direito mesmo em razão de deficiência física ou mental, ou ainda por causa de delitos cometidos por seus genitores.
Assim votou a relatora do projeto, deputada Solange Almeida:
Portanto, o projeto de lei em exame, com os aperfeiçoamentos constantes do presente substitutivo, pretende tornar realidade esses relevantes objetivos, quais sejam, os de proteção e promoção da pessoa humana em sua fase de vida anterior ao nascimento, quando é designada pelo termo “nascituro”, com todas as benéficas repercussões para o futuro de sua vida. Isso interessa não só ao indivíduo e sua família, mas também à nação. Parece evidente, pois, sua plena compatibilidade com os objetivos fundamentais da República, nos termos estabelecidos no art. 3º, itens I a IV, da Constituição Federal.
Os esforços continuam. Obrigado por ter mobilizado seu deputado federal! Obrigado pelas orações e pela disponibilidade… Obrigado a todos que estiveram envolvidos diretamente com a votação do projeto de lei, lá em Brasília. E a tantos outros que simplesmente assumiram a belíssima missão de difundir a cultura da vida.
***
A capa histórica do portal Câmara:
***
“Romper a incabível prisão…/ É minha lei, é minha questão/
Virar este mundo, cravar este chão/ Não me importa saber/
Se é terrível demais/ Quantas guerras terei que vencer/ Por um pouco de paz”

COMO O ABORTO É PROMOVIDO NA AMÉRICA LATINA?

via Vida e Castidade de Daniel Pinheiro em 19/05/10

Muito importante artigo publicado na ZENIT, aqui só trechos, veja ele na íntegra.

LIMA, quarta-feira, 19 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Primeiro se cria uma polêmica sobre um caso humano dramático de uma criança estuprada; depois se propõe uma lei geral de legalização do aborto. Este processo, adotado em outros continentes, está sendo aplicado na América Latina, como explica a ZENIT nesta entrevista Carlos Polo Samaniego, peruano, antropólogo e diretor do escritório para a América Latina do Population Research Institute desde 2001.

(...)

- Em que se baseia para afirmar que os casos são "fabricados"?

Carlos Polo: Temos que dizer que o drama das meninas grávidas é real e sumamente doloroso. O que se fabrica e manipula é a repercussão midiática e a insistência de que o aborto é a única solução. Sobre esta realidade, são montadas campanhas que apresentam o aborto para aqueles que procuram outras saídas fora do aborto como um povo sensível, desumano e incompreensível. Os bispos, sacerdotes e leigos comprometidos, usualmente os primeiros defensores da vida dessas criaturas que estão por nascer, são muitas vezes alvos de ataque. A pressão chega a ser muito forte, como se a tensão estivesse situada no nosso senso de humanidade ao extremo. Mas é tudo parte de uma falácia, de uma grande mentira baseada num drama humano: muitas vezes essas meninas nem correm perigo nem querem abortar. E o pior, depois sofrem as consequências de fazê-lo.

- Esta acusação é muito grave. O senhor está em condições de mantê-la?

Carlos Polo: Cada vez temos mais evidências. Durante muito tempo, suspeitamos que isso acontecia mais ou menos da forma como agora conhecemos bem. Mas foi necessário um grande número de leigos, profissionais em diferentes áreas; nós nos organizamos e trocamos eficientes informações e experiências para que pudéssemos descrever todo o circuito, encontrando os padrões de "fabricação" de casos dos quais se falava antes. Agora, cada vez que é gerado um destes "casos", surgem voluntários para socorrer as meninas e seus pais. Por exemplo, graças a Deus, em Quintana Roo se pôde resgatar a menina e salvar seu bebê.

(...)

- Qual é a origem desta estratégia abortista?

Carlos Polo: De fato, há muitas pistas. Uma delas nos coloca em um documento que, em janeiro de 2003, o Center for Reproductive Rights publicou com o título What Role Can International Litigation Play in the Promotion and Advancement of Reproductive Rights in Latin America? (Qual o papel dos conflitos internacionais na promoção e desenvolvimento dos direitos reprodutivos na América Latina?). Suas autoras, Mônica Roa, Luisa Cabal e Lilian Sepúlveda, são membros destacados desta organização de Nova York que promove o aborto legal e o manifesta abertamente.

Nesse documento, dizem claramente: "Os tribunais podem ser um fórum excelente para produzir a mudança". Também afirmam que, nesta estratégia de litígios, sua última oponente é a Igreja Católica. E afirmam que tudo isso se inicia por "examinar o processo de identificação de temas e casos". Abertamente, o Center for Reproductive Rights expõe como sua própria equipe de advogados e suas organizações associadas apresentaram os quatro "casos" citados no documento. Um deles, o da peruana Karen Llantoy, foi utilizado anos depois como argumento por Mônica Roa na sentença que legalizou o aborto na Colômbia.

(...)

- Finalmente, que recomendação o senhor daria para evitar que haja mais danos com esta estratégia?

Carlos Polo: Que sejamos Igreja. Que nos unamos para pensar, orar, entender e agir pro-ativamente a favor da vida. Que nossos pastores não se sintam sós, porque cada vez somos mais leigos e colocamos nossos talentos profissionais ao seu serviço. Que nossos irmãos se animem a aprofundar neste trabalho e a entrar em contato, como uma grande rede. Só assim podemos enfrentar à altura os desafios do mundo de hoje.

DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO CONTINUA NO PNDH-3


via Vida sim, aborto não! de Wagner Moura em 14/05/10


Ministro Paulo Vanucci mente que alterou texto do PNDH-3

Vamos aos fatos: “descriminalização do aborto” e “aborto como saúde pública” são a mesma coisa para os abortistas. É uma retórica burra… Mas ainda assim, para os abortistas, é melhor o discurso da “descriminalização” que o da “saúde pública” que eles parecem ter decidido reforçar agora.
Um tiro no pé das feminazis com bala de canhão… Esquisito. Muito esquisito! O que vão alegar para mentirosamente continuarem defendendo as mulheres-pobres-que-devem-matar-os-filhos-para-não-sofrer? “A questão do aborto tem a ver com saúde pública. As mulheres precisam de hospitais públicos para abortar! Saúde é um direito”. Pff… Que furada!!! Bonitinho para artigo pseudo-científico, mas como discurso público não funciona. O discurso da saúde nunca legalizou o aborto em nenhum país do mundo – até onde sei, me atualizem!
Nem Obamaborto conseguiu fazer a dobradinha aborto-saúde (infelizmente não tenho um link sobre o assunto, mas estou me referindo ao lance do plano de saúde obâmico que quis ver os procedimentos de aborto financiados com o dinheiro do contribuinte e não conseguiu…). Enfim… Esquisito. Só pode ser cortina de fumaça, uma ação para despistar.
Estou falando isso dado ao frisson da parcela da população, contrária ao aborto, que está em coma profundo acreditando na sensibilidade de Lula. Há gente comemorando a nova redação do PNDH-3 no que diz respeito ao aborto! A imprensa divulga que o novo trecho substitui “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos” por “considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde”.
É a mesma coisa. Mas estão noticiando que “MUDOU TUDO”! Ora… Francamente. Aborto como tema de saúde pública, no discurso feminazi, é o mesmo que aborto como direito humano, direito da mulher. Logo… Se é direito… Não pode ser crime. Logo deve ser descriminalizado.
A CNBB não entendeu. Ao menos é o que parece quando se lê a notícia da Agência Brasil (do Governo): “Para CNBB, mudanças no PNDH 3 revelam sensibilidade – O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil elogiou as alterações no terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos“.
Mas como assim? Será que a CNBB concorda que aborto seja questão de saúde pública do jeito que compreendem as feminazi? Duvido. Todo mundo sabe que “aborto como saúde pública”, para as feminazi da fundação Ford e cia, quer dizer “aborto por demanda”, “descriminalização”, “aborto como método de planejamento familiar”. É só retórica e é essa retórica que está contemplada no PNDH-3 e não a visão pró-vida sobre saúde pública.
O PNDH-3 continua advogando pela descriminalização do aborto, no Brasil. E, assim, continua valendo adeclaração dos bispos na 48ª Assembleia Geral da CNBB, sediada em Brasília, nesta semana:
A linha de continuidade que existe em torno desses pontos, entre os Programas de Direitos Humanos de 1996 (PNDH-1), de 2002 (PNDH-2) e de 2009 (PNDH-3), é reveladora de uma antropologia reducionista que está na base de certas formulações nas quais pretensos direitos são incluídos entre os Direitos Humanos, embora constituam a negação mesma de Direitos Fundamentais. Só uma visão integral de pessoa humana pode fundamentar corretamente os Direitos Humanos.”

quarta-feira, 21 de abril de 2010

NÃO ME ABORTOU


Marcia Carmo
De Buenos Aires para a BBC Brasil
Mauricio Barrios (Foto: Arquivo pessoal)A página lançada por Barrios recebeu 25 mil membros (Foto: Arquivo pessoal)
Um estudante argentino de 23 anos, que havia sido abandonado em um hospital quando tinha sete dias de vida, encontrou a mãe biológica através do site de relacionamentos Facebook.
Mauricio Barrios, que mora na província de Córdoba com a família que o adotou, lançou em março uma página no Facebook chamada “Busco a mi mamá” ("Procuro minha mãe"), na tentativa de encontrar a mãe biológica.
Segundo ele, além da família adotiva, 25 mil pessoas se uniram à campanha na rede social para tentar ajudá-lo.
“Há uma semana apareceu uma amiga da minha mãe biológica, que a ajudou naquela época. O nome dela é Iris e ela me disse onde morava a família da minha mãe. Viajei com parentes (adotivos) à Villa del Totoral, e lá encontrei meus avós, meus tios e primos”, disse ele ao jornal Clarin.
Desculpas
Como a mãe não estava na cidade, o encontro entre eles só ocorreu no último domingo, em uma praça, na companhia de familiares.
“Ela me abraçou, pediu desculpas, e eu a desculpei e a agradeci por me deixar ter vida”, disse.
Segundo Mauricio, a mãe biológica teria contado que a gravidez foi "um acidente", que casou com outra pessoa, mas não tem filhos.
Mauricio contou que foi deixado pela mãe biológica num hospital após ter sido nascido prematuro no dia 1º de janeiro de 1987.
“Eu queria agradecer porque ela me deixou nascer, não me abortou. Ela me manteve vivo durante os sete meses da gravidez”, afirmou, nesta segunda-feira, diante das câmeras de televisão da Argentina.
“Sinto um imenso alívio. Eu sempre quis saber quem era minha família de sangue. Sempre tive essa curiosidade, essa pergunta constante. Estou muito mais tranquilo e feliz agora”, disse, por telefone, à BBC Brasil.
Na segunda-feira, Mauricio agradeceu no Facebook o apoio dado a ele.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

MÉTODO DA OVULAÇÃO


As pacientes que frequentam o consultório da ginecologista Letícia Fossati Moreira, além de conhecerem os métodos tradicionais, são apresentadas ao Método Billings, ou método da ovulação. Esse é um método de planejamento familiar natural, com 98% de eficácia e que exige um tempo de aprendizado e comprometimento do casal. "Não é tabelinha e pode ser usado por mulheres com ciclos irregulares", afirma. O método é baseado inteiramente nos sintomas de fertilidade e infertilidade observados na vulva (um tipo de secreção esbranquiçada indicaria que a mulher está no período fértil). Não utiliza qualquer forma de contagem do ritmo, tomada de temperatura, drogas ou aparelhos. Conforme Letícia, a grande vantagem é que a mulher adquire conhecimento do seu corpo e percebe quando ocorre alguma alteração no seu organismo. Mas a médica salienta que para aprender a usar o método é preciso que o casal tenha cursos de formação, o que exige envolvimento e paciência.”

Dra. Letícia Fossati Moreira
Ginecologista e integrante do grupo Rema Mar Adentro

Texto publicado:
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