Fale Conosco

Fazemos palestras para jovens e adultos sobre o valor da VIDA e tudo o que hoje atenta contra ela. Se quiser receber nossa visita em sua paróquia, em seu condomínio ou em seu grupo, envie-nos um e-mail: lancarasredes@gmail.com

sábado, 7 de maio de 2011

UM SUICÍDIO LENTO, DISFARÇADO

Um suicídio lento, disfarçado


  
 
   
 
O PT  TRABALHA PARA LIBERAR A VENDA DA MACONHA NO BRASIL !!!
 
 
A mais importante instituição humana, a família, vem sendo alvo de ataques, sempre velados, por alguns órgãos da imprensa, como também por iniciativa de alguns políticos (nem todos,  é verdade), que se dizem representantes da comunidade nacional e que,  de modo velado, procuram atingir as bases dessa instituição que tem seu fundamento na própria palavra de Deus (cf. Gn 1,28).
 
Um fator, potente destruidor da família e também do ser humano, é a liberação do tráfico e do uso de drogas.  É fato inconteste que o uso de drogas simplesmente destrói a família. Digam-nos aqueles que, a duras penas, conseguiram libertar-se de seu uso.
 
Pois bem, o deputado Paulo Teixeira, do Partido dos Trabalhadores de São Paulo e líder na Câmara de sua Excelência, a presidente do Brasil, disse que a maconha é droga recreativa, como seu uso só trouxesse recreação para os que a usam.
 
[Teixeira disse que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha e que irá sugerir ao Ministério da Justiça que o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas faça um projeto com as "mudanças óbvias" na legislação sobre drogas].
 
Mais: declarou que iria solicitar apoio para esse infame projeto ao senhor ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e ao governador do Rio de Janeiro, que se tornou tristemente famoso ao afirmar “… quem não teve uma namoradinha que teve que abortar?”, num total desrespeito à mulher.
 
Sugiro a esse deputado que antes de pleitear a aprovação de seu projeto que visite a Fazenda da Esperança, em Guaratinguetá, onde poderá constatar “ao vivo” a força destruidora de toda e qualquer droga, seja ela qual for.
 
Acima de tudo, sugiro ao ilustre deputado que consulte a Sagrada Escritura, onde Deus nos manda conservar a vida, respeitá-la, condenando tanto o homicídio quanto o suicídio.
 
O uso da droga é um suicídio lento, disfarçado.
 
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo da Diocese de Guarulhos

Legalizar a prostituição?


 


A prostituição legalizada tem sido um assunto frequente nos últimos anos. Os defensores da ideia dizem que é melhor regulamentá-la para evitar os abusos e torná-la mais segura, focando na minimização de riscos.
Por outro lado, estudos recentes na região de Camberra, capital da Austrália, indicam que a legalização está longe de ser a solução perfeita. A prostituição foi legalizada no Território da Capital Australiana (TCA) em 1992, mas, em 2008, a morte por overdose de uma prostituta de 17 anos, Janine Cameron, suscitou grande polêmica.
A assembleia legislativa do território promoveu um estudo que resultou em 50 documentos escritos e uma série de audiências públicas agora em curso.
“Não dá para ter relações sexuais com 10 ou 15 homens diferentes por dia sem se afetar, sem abalar a própria valorização, a valorização do sexo e o próprio jeito de construir uma intimidade com outro ser humano”, afirmou Julie, pseudônimo de uma das entrevistadas.
Julie começou a trabalhar em um bordel aos 17 anos (ABC News, 8 de abril). Saiu depois de 18 meses, mas conta que não foi fácil mudar de vida e se livrar de uma indústria em que existe muito crime e corrupção. “Foi muito difícil conseguir ter uma relação íntima normal depois”.
Violação da dignidade humana
Em documento apresentado após o estudo, a arquidiocese católica de Camberra explica que a Igreja considera a prostituição como uma violação da dignidade humana. As prostitutas prejudicam a sua dignidade porque se reduzem a instrumentos do prazer sexual, enquanto quem paga pelos seus serviços comete uma grave ofensa.
O documento aponta uma série de argumentos sobre o dano causado pela prostituição.
- As prostitutas são alvos fáceis de crimes violentos e correm risco permanente de agressão.
- Muitas mulheres estão na prostituição para sustentar seu vício em drogas ou levantar dinheiro para outras necessidades desesperadas.
- Práticas sexuais sadomasoquistas, que incluem a violência contras as mulheres, são especialmente degradantes para elas.
- A prostituição aumenta notavelmente os riscos graves para a saúde das mulheres, particularmente os de DSTs como aids, herpes e hepatite C.
- A prostituição é ligada à escravidão e ao tráfico sexual de mulheres.
- Quando se legaliza ou se descriminaliza a prostituição, cria-se uma cultura da prostituição, que tem efeitos prejudiciais não só na vida das mulheres que se prostituem, mas na de todas as mulheres que vivem nessa cultura.
- A prostituição prejudica as relações heterossexuais e as famílias. A esposa ou namorada de um homem que utiliza serviços sexuais é notavelmente afetada. Se o homem guarda em segredo o uso desses serviços, quebra os fundamentos da confiança e da honestidade na sua relação. Se os usa abertamente, pode levar à ruptura da sua relação.
- A indústria da prostituição prejudica o ideal das relações igualitárias entre homens e mulheres e tem impacto negativo na família e na sociedade em geral.
- A prostituição não pode ser separada da questão da dignidade das mulheres. A legalização da prostituição significa que o governo e a sociedade em geral estão dispostos a aceitar a desumanização e a coisificação das mulheres.
O caso da Suécia
Uma das recomendações do documento da Igreja católica apresentado à comissão é a adoção do modelo sueco. Em 1998, a Suécia aprovou uma legislação que penaliza a compra, mas não a venda de serviços sexuais. As mulheres e crianças vítimas da prostituição não correm o risco de sanções legais, mas a compra desses serviços é um delito penal.
Esta proposta recebeu o respaldo de um informe oficial, publicado em 2 de julho de 2010, avaliando a legislação sueca desde o seu início em 1999 até 2008.
O relatório revelou que as mudanças atingiram o efeito desejado e mostrou que a penalização da compra de sexo foi um instrumento importante tanto na luta contra a prostituição quanto contra o tráfico de pessoas para fins sexuais.
Segundo o documento, a prostituição de rua na Suécia caiu pela metade após a adoção da nova lei. Antes dessa legislação, a prostituição de rua era mais ou menos igual nas capitais da Noruega, Dinamarca e Suécia. Depois de 1999, porém, a prostituição de rua na Noruega e na Dinamarca aumentou de forma dramática. Em 2008, o número de pessoas que se prostituíam nas ruas norueguesas e dinamarquesas era o triplo do caso sueco.
“Considerando as grandes semelhanças que existem entre esses três países, econômica e socialmente, é razoável assumir que a redução da prostituição de rua na Suécia é resultado direto da penalização”, conclui o informe.
É importante observar que a prostituição não mudou de local em decorrência das mudanças na Suécia: ela de fato diminuiu. O relatório aponta que a prostituição resultante de contatos na internet é mais frequente nos países vizinhos. A proibição da prostituição de rua na Suécia, portanto, não a transferiu para a internet.
Por outro lado, o relatório assinala que não há sinais de que a prostituição em salas de massagem, clubes de sexo e em restaurantes e discotecas tenha aumentado nos últimos anos. Não há provas que sugiram que as prostitutas exploradas antes nas ruas agora estejam envolvidas em prostituição em locais fechados.
O relatório diz também que, segundo a Polícia Criminal do país, a proibição contra a compra de serviços sexuais atua como um desmotivador para os traficantes de pessoas e os aliciadores que se estabelecem na Suécia. 
A informação da experiência sueca reforça também o que muitos tinham dito tanto neste tema como em outros debates sobre a legalização de práticas polêmicas. Deixa claro que proibir a compra de serviços sexuais teve um efeito normativo e que, após a legalização, houve uma mudança relevante na atitude do público com a compra de serviços sexuais. Significou um elemento eficaz de dissuasão para quem compra sexo.
Opressão
Outro documento submetido à investigação de Canberra vinha do ‘Collective Shout’, que se descreve como “um movimento com campanhas nas ruas preocupado com a coisificação das mulheres e a sexualização das jovens na mídia, publicidade e cultura popular”.
Eles observam que, em nome da minimização dos danos, foram legalizados na década de 90 alguns setores da indústria sexual na Austrália e em países como Holanda e Alemanha.
Não se alcançou, no entanto, o efeito desejado, e o documento apresentado à Comissão afirma que há evidências claras, tanto de estudos acadêmicos como dos governos, de que a postura de minimização dos danos é em si mesma errônea, ao tentar regular a indústria sexual.
Um exemplo claro disso está na relação com o uso de menores na indústria da prostituição. Victoria foi o primeiro Estado australiano a legalizar a prostituição. 
Um estudo, que examina a informação de 471 organizações governamentais e não governamentais que trabalha com crianças na Austrália mostra que mais de 3.100 crianças australianas entre 12 e 18 anos tinham tido relações sexuais em troca de dinheiro para sobreviver. Victoria tinha a cifra mais alta da nação, com 1.200.
Outro ponto apresentado foi que muitas mulheres prostituídas tinham sofrido abusos sexuais na infância, abusos físicos, violência doméstica e uso de drogas.
“O modelo de minimização dos danos – ou legalização da prostituição – permite, em essência, a exploração das pessoas mais vulneráveis da sociedade”, afirma ‘Collective Shout’. “É o momento de reconhecer que a ‘profissão mais antiga do mundo’ é atualmente a ‘opressão mais antiga do mundo’”.
Por Pe. John Flynn, L. C.  – Fonte Zenit Org

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PUTIN QUER AUMENTAR A TAXA DE NATALIDADE RUSSA EM 30% EM 3 ANOS

Putin quiere aumentar la tasa de natalidad rusa un 30% en 3 años

A las 7:29 PM, por Juanjo Romero
Categorías : Guerra culturalRusiaAbortoContracepción
Discurso a la Duma de Vladimir PutinMientras que para los progres la solución a la pobreza es eliminar a los pobres, ya sea con esterilizaciones masivas, promoción del aborto, la anticoncepción o «la política de un solo hijo», en Rusia, el Primer Ministro Putin, presentará un plan a la Duma para favorecer la natalidad.
Propone una inversión de casi 40 mil millones de euros en el principal activo del país: las personas. El esfuerzo será titánico, el país ha pasado de 148,5 millones de personas en 1995 a 143 en la actualidad. Y con 1,7 millones de nacimientos al año, sufre la escalofriante cifra de 4 millones de niños abortados anualmente.
El proyecto de ley tiene por objeto el cuidado integral de la persona, y entre las medidas incluye crear las condiciones favorables para que la mujer opte por dar a luz. El aborto dejaría de ser calificado como un servicio médico del sistema nacional de salud, lo que permitiría que los médicos pudieran negarse a realizarlos. Con la nueva legislación también serían ilegales los abortos en la segunda mitad del embarazo.
Además las ayudas por maternidad se incrementarían hasta los 2.000 rublos (70$) mensualeshasta el nacimiento del niño.
Dentro de este ambicioso plan estratégico tendrá lugar el 29 y 30 de junio la «Cumbre demográfica en Moscú: la Familia y el Futuro de la Humanidad» El listado de participantes da una idea de que se quiere una solución global: bioéticos, demógrafos, sociólogos, académicos, rectores universitarios, líderes provida, o el mismísimo Metropolita Hilarión.
Como no rusos destaco a Anna Zaborska (Parlamento Europeo), Allan Carlson, Larry Jacobs y Don Feder (World Congress of Families), Patrick Fagan (Family Research Council), Steven Mosher (Population Research Institute), Philip Longman (New America Foundation), y Janice Shaw Crouse (Concerned Women for America).
El programa también es revelador:
  1. Invierno demográfico
  2. Rupturas familiares
  3. Aborto
  4. Factores culturales que inducen a tener familias pequeñas
  5. Factores para no querer hijos
  6. La decadencia del matrimonio y el matrimonitardío
  7. Problemas relacionados con las drogas
  8. Legalización de drogas peligrosas
  9. Efectos negativos del alcoholismo en la demografía
  10. El trabajo de las madres fuera del hogar
  11. El papel de la religión en la promoción de la familia
  12. El papel del gobierno en los procesos de reversión del descenso
  13. Baja fertilidad y baja tasa de natalidad
  14. Baja tasa de natalidad y el declive económico
  15. Factores que influyen en baja tasa de natalidad
  16. Los problemas de una sociedad que envejece
  17. Sistema de Justicia Juvenil
  18. El papel de los medios de comunicación en el comportamiento demográfico
  19. Mecanismos de control de la población
Creo que nadie podrá negar que en estos momentos Vladimir Putin es de los pocos líderes mundiales que sabe lo que quiere y que tiene un plan a largo plazo. Llevo siguiendo los pasos que está dando para recuperar la Gran Rusia y devolverle su esplendor enraizándola en su historia y apoyándose con fortaleza en la Iglesia Ortodoxa..
Supongo que ahora, cuando en una conversación salga que tengo familia numerosa, a la recurrente disyuntiva: ¿eres del opus?, ¿eres kiko? se unirá la alternativa: ¿eres ruso?

FABRICANTE DE CONTRACEPTIVOS CERCADO DE AÇÕES JUDICIAIS

Fabricante de contracepção cercado de ações judiciais

26 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Mais de 700 ações judiciais contra a empresa farmacêutica Merck Pharmaceuticals estão avançando nos tribunais dos EUA, ao mesmo tempo em que a empresa está se defendendo de acusações de violações éticas por suas tentativas de comercializar o dispositivo de controle da natalidade NuvaRing no exterior, sem fazer menção de seus riscos.
As ações judiciais alegam graves danos físicos e morte provocados pelo uso do NuvaRing — um pequeno anel que é introduzido na vagina por três semanas, então removido por uma semana e reintroduzido. O dispositivo envia um fluxo constante de hormônio para dentro do corpo a fim de suprimir a fertilidade.
O dispositivo foi aprovado pelo FDA [órgão federal de vigilância sanitária nos EUA] em 2001 e adquirido pela Merck em 2009 quando se fundiu com a gigante farmacêutica Schering-Plough Corp. A Merck registrou 559 milhões de dólares em vendas do NuvaRing no ano passado.
De acordo com o site aboutlawsuits.com, 730 ações judiciais haviam sido registradas contra a Merck até o final de 2010 afirmando efeitos colaterais abrangendo de derrames cerebrais e ataques do coração a morte súbita.
O site relatou que os advogados envolvidos nas ações legais apresentaram uma proposta no começo deste mês para selecionar alguns desses casos como “julgamentos pioneiros” no Tribunal Regional Federal do Distrito Leste do Missouri.
Os casos selecionados provavelmente decidirão o resultado de julgamentos subsequentes e possivelmente resultarão num acordo com a empresa para todas as mulheres que entraram com as ações judiciais. A publicação dos fatos para os casos selecionados deverá estar completa em junho de 2011.
Apesar da controvérsia, a Merck continua a vender o dispositivo, e os promotores da contracepção continuam a fazer sua divulgação. A Federação de Planejamento Familiar [que é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA] elogia o NuvaRing como uma forma “segura, eficaz e conveniente” de controle da natalidade em seu site.
A empresa está também sob investigação da Agência Estatal de Medicina da Estônia por patrocinar o que afirma ser um seminário educativo para médicos, mas que um repórter investigador acusa que era pouco mais do que um evento promocional para o NuvaRing.
Um repórter do jornal comercial Äripäev da Estônia esteve presente no evento e fez uma filmagem secreta que mostra os presentes sendo servidos com bebidas grátis e sendo entretidos com música popular e dançarias balançando o que pareciam formas ampliadas de NuvaRings.
De acordo com o Relatório Báltico de Notícias Empresariais, Konstantin Ridnyi, ginecologista do Hospital Central do Leste do Tallinn, fez uma apresentação no evento com foco na promoção do NuvaRing e não fez nenhuma menção de seus potenciais efeitos colaterais. Quando o repórter do Äripäev tentou entrevistar Ridnyi depois, ele se recusou a comentar.
Aivar Hundimägi, editor do escritório de reportagens investigativas do Äripäev, disse para o noticiário ERR News que depois de alguns discursos informativos, o evento “se degenerou num ataque violento de propaganda”.
Conhecida no exterior como Merck Sharp & Dohme, a empresa se tornou um dos maiores produtores de produtos médicos na Estônia depois de entrar no mercado estoniano dez anos atrás, de acordo com ERR.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

HUNGRIA PENALIZA ABORTO PARA SOBREVIVER

Hungria penaliza aborto para sobreviver

tradução e adaptação do artigo ¡Viva Hungría! de Francisco José Contreras
“A vida do feto deverá ser protegida desde o momento da concepção”. Com esse texto a nova Constituição da Hungria, aprovada em 18 de abril, insere o país no pequeno grupo de Estados europeus que reconhecem o direito à vida dos nascituros, o que demonstra que a cultura da morte não é irreversível! Explica-se: em menos de 20 anos, dois importantes países europeus (o primeiro foi a Polônia em 1993) mudaram a situação de “aborto livre” para uma regulamentação restritiva apesar dos protestos de alguns para os quais “isso é uma afronta à mudança do tempo”. A verdade é que o tempo decorre na direção que quisermos dar a ele.
E a direção é a sobrevivência! Esse é um dos argumentos para penalização da destruição da vida humana em sua fase pré-natal (aborto), na Hungria. A exemplo dos demais países eslavos, a Hungria vive um inverno demográfico seríssimo: as taxas de fertilidade oscilam entre 1.2 e 1.5 filhos por mulher (o nível de reposição geracional é 2.1). Se continuar assim, o colapso econômico é o destino dos países da Europa ocidental. Quem pagará as aposentadorias quando o número de trabalhadores ativos for quase equivalente ao número de inativos?
Além de penalizar o aborto, a Constituição húngara adota um novo sistema de sufrágio que permite aos pais votarem pelos filhos: quando mais filhos, mais votos o eleitor pode ter. Injustiça com os cidadão com menos filhos ou sem filhos? Não. Trata-se de uma medida revolucionária e justa: atribui maior capacidade de influência no futuro do país para aqueles que, tendo filhos, torna possível a existência desse futuro.
Um homem e uma mulher que sacrificam juventude e acúmulo de bens para cuidar de seus filhos prestam um serviço insubstituível ao país. Serviço que não pode ser oferecido por solteirões que preferem poupar para suas férias no Caribe.
A nova Constituição da Hungria é tão politicamente incorreta que mais parece um milagre.

SANTA GIANNA BERETTA MOLLA

Santa Gianna Beretta Molla
2010-04-28 07:39:00
- Gianna Beretta Molla, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco
Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália).Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.

Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Casa em 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida por um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!" , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. 

Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei - e isto o exijo - a criança. Salvai-a". Deu entrada, para o parto na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória "Jesus eu te amo, eu te amo" morre santamente. Tinha 39 anos. 

"Meditata immolazione" (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, "uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria". É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Santa Gianna, rogai por nós!

"DESDE A CONCEPÇÃO" PODE CONSTAR NO ART. 5º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL

“Desde a concepção” pode constar no artigo 5º da Constituição

A expressão “desde a concepção” pode constar no artigo 5º da Constituição Federal, na parte que trata da inviolabilidade do direito à vida, devido a uma proposta de emenda que será apresentada à Câmara pelo coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP).
Zimbaldi pretende iniciar em breve a coleta de assinaturas de deputados e apresentar a proposta em nome da frente parlamentar. O anúncio de Salvador Zimbaldi foi feito durante o 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida, promovido pela frente parlamentar, que foi reinstalada nesta quarta-feira. Com a emenda pretende-se deixar explícito o espírito pró-vida da Constituição Federal.
***


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...