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sábado, 31 de dezembro de 2011

ORGANIZAÇÃO AMERICANA FAZ CAMPANHA POR DIREITO DOS PAIS

Organização americana faz campanha em favor de uma emenda à Constituição para proteger direitos dos pais

PURCELLVILLE, Virginia, EUA, 1 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma organização pró-família dos EUA está buscando restringir o que eles argumentam é a crescente interferência do governo no modo como os pais criam seus filhos. Eles querem essa restrição mediante uma emenda à Constituição dos EUA com uma cláusula de Direitos dos Pais.
“Os direitos dos pais estão atualmente sob risco de ameaças do governo federal e de organizações internacionais”, disse o Dr. Michael Farris, presidente de ParentalRights.org
ParentalRights.org lançou um docudrama de 36 minutos em 17 de novembro intitulado “Overruled: Government invasion of your Parental Rights” (Detendo a Invasão Governamental nos Direitos dos Pais), retratando a encenação de casos reais onde pais e mães nos EUA perderam seus direitos de criar e educar seus filhos conforme acham melhor. O vídeo, com legendas em português, está aqui:http://youtu.be/DSv96tjz11Q



Num caso, um médico disse aos pais que eles não poderiam ter acesso aos resultados de um teste de drogas feito em seu filho de 13 anos sem a permissão de seu filho. Em outro caso, um pai foi preso depois que fez o que podia para que seu filho de jardim-de-infância fosse isentado de aulas que poderiam lidar com questões homossexuais. E no terceiro caso assistentes sociais trabalharam para colocar um menino de 13 anos num lar adotivo quando ele disse à psicóloga da escola que ele não queria seguir as vontades de seus pais de ir à igreja três vezes por semana.
Os produtores chamaram seu filme de desmascaramento “chocante” de como os direitos dos pais de ponta a ponta nos EUA estão sofrendo “erosão” provocada por ideologias antifamília.
“A vasta maioria dos americanos crê que as mães e os pais deveriam ter a autoridade de educar e criar seus filhos conforme acham melhor: mas o que eles não compreendem é que não há nenhum direito legal que lhes permita ter tal liberdade”, diz Rebecca Hagelin, escritora e defensora da família, no filme.
O filme argumenta que os direitos dos pais estão sendo derrotados por decisões de tribunais e interferências de extensas políticas e leis governamentais em três áreas: medicina, educação e vida doméstica.
O filme dá um alerta sobre a ameaça aos direitos dos pais se os EUA vierem a adotar a Convenção da ONU dos Direitos das Crianças (CDC).
Os produtores do filme argumentam que o tratado da CDC dá aos órgãos governamentais o poder e autoridade de decidir o que está “nos melhores interessas da criança”, não os pais da criança.
Os produtores apontam para o fato de que o tratado estabelece o direito da criança à “liberdade de expressão”, que inclui o direito de receber “informações e ideias de todos os tipos, independente de limites, ou oralmente, por escrito, impresso, na forma de arte, ou por intermédio de qualquer outro meio de comunicação que a criança escolher”.
“Esse tratado que tem a pretensão de dar direitos às crianças realmente deixa as crianças mais vulneráveis à exploração e abusos”, diz Wendy Wright, ex-presidente de Concerned Women for America, no filme.
ParentalRights.org diz que acredita que o melhor jeito de proteger os direitos dos pais acima da criança é consagrar os direitos dos pais na Constituição da nação. Eles estão fazendo campanha para acrescentar três emendas:
1) “A liberdade dos pais dirigirem a criação e educação de seus filhos é um direito fundamental”.

2) “Nem o governo federal nem os governos estaduais violarão esse direito sem demonstrar que seu interesse governamental conforme se aplica à pessoa é da ordem mais elevada e não de outra forma servido”

3) “Nenhum tratado poderá ser adotado nem nenhuma fonte de lei internacional será utilizada para suplantar, modificar, interpretar ou se aplicar aos direitos garantidos por este artigo”.
Farris explica no filme que a primeira seção significa que “os pais têm o direito fundamental de fazer decisões para seus filhos”, a segunda significa que “se o governo for tentar invadir seus direitos, ele tem de ter evidências claras para fazer essa invasão”, e a terceira significa “leis internacionais, fora!”
Jonathan Horton, diretor nacional de ação comunitária de ParentalRights.org, disse para LifeSiteNews que a vasta maioria dos que assistiram ao filme mostrou uma reação muito positiva.
Horton disse que até agora sua organização coletou mais de 250.000 assinaturas em apoio à sua Emenda dos Direitos dos Pais.
ParentalRights.org está solicitando que todos os pais e mães que valorizam os direitos de criar seus filhos conforme eles acham melhor assinem sua petição para preservar e proteger esses direitos na Constituição.
Assine a petição aqui.
Veja o vídeo aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

ATOR NORTE-AMERICANO É TRATADO COM VIOLÊNCIA AO TENTAR VISITAR ATIVISTA PRÓ-VIDA NA CHINA

Christian Bale, astro do filme Batman, é tratado com violência ao tentar visitar ativista pró-vida da China

VILA DONGSHIGU, China, 16 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Christian Bale, famoso astro do filme Batman, acabou nas manchetes depois de viajar nove horas de Pequim para visitar Chen Guangcheng, um homem cego e oponente do aborto forçado.
Entretanto, o ator nunca teve essa chance, pois ele foi tratado com brutalidade e forçado, por autoridades do governo chinês, a ficar longe da vila de Chen, de acordo com uma reportagem da CNN.
“O que eu realmente queria fazer era apertar a mão do homem e dizer ‘obrigado’, e dizer-lhe a inspiração que ele é”, disse ele.
Bale estava em Pequim para a estreia de “The Flowers of War” (As Flores da Guerra), um filme dramático sobre o Estupro de Nanquim em 1937. Sobre sua tentativa de visitar Chen, Bale declarou: “Não fui corajoso fazendo isso… Essa foi apenas uma situação — Não posso virar o rosto para o outro lado”.
De acordo com Reggie Littlejohn, presidente da organização Women’s Rights Without Frontiers (Direitos das Mulheres Sem Fronteiras), “Christian Bale é um herói. Ele está estrelando no filme mais caro já feito na China, e a China espera que ganhará um Oscar. Apesar disso, ele tem a coragem de assumir uma postura contra a injustiça oficial e deu muita visibilidade para o caso de Chen”.
Littlejohn contrastou as ações de Bale com as ações da empresa cinematográfica Relativity Media. “Christian Bale usou sua força de astro para fazer brilhar uma luz na situação do injusto tratamento que Chen Guangcheng vem sofrendo”, disse ela. “Em contraste, Relativity Media filmou ‘21 and Over’ em Linyi, onde Chen está definhando sob prisão domiciliar. Eles não fizeram nada para ajudar Chen. Espero que os frequentadores de cinema demonstrem sua preocupação por Chen Guangcheng nas bilheterias de cinema. Incentivamos as pessoas a ver ‘The Flowers of War’ e a boicotar ‘21 and Over.’”
Christian Bale não é o único que tem dado atenção a Chen Guangcheng. A secretária de Estado Hillary Clinton e o embaixador americano na China Gary Locke ambos falaram recentemente a favor dele. “Exortamos o embaixador Locke a visitar Chen Guangcheng”, declarou Littlejohn.
O fluxo de cidadãos chineses visitando Chen apesar dos riscos de surras e detenções, e as campanhas chinesas e internacionais “Sunglasses” (Óculos Escuros), deram visibilidade para o caso de Chen também. Essas campanhas podem ser vistas aqui eaqui.
Chen Guangcheng desmascarou o uso sistemático de esterilização e aborto forçado na cidade de Linyi em 2005. Durante quatro anos e três meses, ele ficou encarcerado, sendo torturado e sem permissão de receber tratamento médico. Desde sua soltura a saúde dele vem definhando sob prisão domiciliar.
Assista ao vídeo em inglês “Soltem Chen” aqui.
Assine uma petição para libertar Chen aqui.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NOVO GOVERNO ESPANHOL ANUNCIA QUE REFORMARÁ LEI DO ABORTO

O novo governo espanhol modificará a Lei do Aborto para "preservar o direito à vida e garantir a situação das adolescentes", anunciou nesta sexta-feira a vice-presidente, Soraya Sáenz de Santamaría.
Em sua primeira declaração como porta-voz do governo, após a primeira reunião do Conselho de Ministros, Soraya ressaltou que a modificação é um compromisso eleitoral de seu partido, o conservador PP (Partido Popular).
A atual Lei do Aborto, que entrou em vigor em julho de 2010, permite que as jovens maiores de 16 anos abortem até a 14ª semana de gestação sem informar a seus pais, o que gerou uma grande polêmica no país.
Esta norma, que estabelece o aborto livre até a 14ª semana, e até a 22ª em caso de risco para a mãe ou por graves anomalias no feto, gerou uma forte oposição dos setores conservadores e da Igreja Católica.
Representantes da organização HazteOir se concentraram nesta sexta-feira na entrada do Palácio da Moncloa, sede do governo espanhol, para pedir a extinção da Lei do Aborto "o mais rápido possível".
O presidente da organização, Ignacio Arsuaga, entregou uma carta dirigida ao primeiro-ministro, Mariano Rajoy, na qual afirma que durante os últimos quatro anos "centenas de milhares" de espanhóis saíram às ruas "para reivindicar a proteção do direito de todos os seres humanos à vida e o fim do aborto".
O PP e o governo da região de Navarra (norte espanhol) pediram ao Tribunal Constitucional a suspensão cautelar de oito artigos da lei por entender que o "aborto livre" é contrário ao direito à vida, garantido pelo artigo 15 da Carta Magna. No entanto, o tribunal rejeitou essa suspensão cautelar.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

STEVE JOBS: ALEGRO-ME QUE NÃO TERMINEI ABORTADO

John Jalsevac

24 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Desde a morte de Steve Jobs em outubro, numerosos comentaristas pró-vida ligaram o fato de que Jobs havia sido adotado à questão do aborto — apontando como o mundo seria diferente se a mãe biológica de Jobs tivesse simplesmente escolhido abortar sua gravidez indesejada.
Steve Jobs
Mas no fim das contas os grupos pró-vida não eram os únicos a fazer essa conexão: o próprio Jobs a fez.
Na recente biografia oficial de Jobs, o biógrafo Walter Isaacson revela como Jobs se propôs a encontrar sua mãe biológica no começo da década de 1980, chegando ao ponto de contratar um detetive particular para a tarefa.
Embora seus esforços iniciais para encontrar sua mãe não tivessem tido êxito, Jobs persistiu, principalmente depois que sua mãe adotiva faleceu em meados da década de 1980.
Jobs explicou para Isaacson a razão por que ele estava tão determinado a encontrar sua mãe biológica:
“Eu queria me encontrar com ela em grande parte para ver se ela estava bem e para agradecer a ela, pois me alegro que não terminei abortado”, disse ele. “Ela tinha 23 anos e estava passando por muitas dificuldades para me ter”.
Jobs acabou encontrando e se reunindo com sua mãe natural, Joanne Schieble. Ele disse que depois que eles se encontraram, ela muitas vezes romperia em lágrimas e pediria desculpas por entregá-lo para adoção.
“Não se preocupe”, Jobs responderia, de acordo com Isaacson. “Tive uma grande infância. No final deu tudo certo”.
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ATIVISTA CHINÊS CEGO PRÓ-VIDA SOFRE UMA SURRA

Surgem detalhes da brutal surra e tortura do ativista pró-vida cego Chen Guangcheng

LINYI, China, 28 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Ao mesmo tempo em que perguntas estão sendo feitas em torno da questão se o ativista pró-vida chinês Chen Guangcheng está vivo ou morto, estão aparecendo detalhes sobre uma surra violenta que o advogado cego sofreu durante quatro horas em julho.
Ativista chinês cego Chen Guangcheng
De acordo com organizações de direitos humanos que estão seguindo com atenção o caso de Chen, durante meses não houve nenhuma notícia confiável sobre Chen, que tem trabalhado incansavelmente e sob constante ameaça de violência para se opor à brutal política de único filho da China, exceto por relatos não confirmados de que ele morreu.
Uma organização, ChinaAid, diz que a surra em julho que lhe veio ao conhecimento foi testemunhada pelo filho de Chen e sua esposa. O menino está em idade escolar do ensino fundamental. O casal sofreu uma surra igualmente brutal em fevereiro depois que havia mandado para fora do país, de forma clandestina, um vídeo documentando as condições chocantes de sua prisão doméstica ilegal depois que Chen foi solto da prisão.
Agora, o que ChinaAid diz ser uma “fonte confiável” informou que a surra em julho ocorreu depois que uma tempestade atingiu e danificou o equipamento que as autoridades haviam instalado na casa de Chen para interromper todos os contatos de telecomunicações deles com o mundo exterior. Com o equipamento desativado, Chen pôde fazer chamadas telefônicas em 25 de julho, mas as chamadas foram interceptadas pelas autoridades. Em 28 de julho, Zhang Jian, prefeito da cidade de Shuanghou, teria levado um grupo de indivíduos para a casa de Chen para surrar e torturar o casal por quatro horas.
De acordo com ChinaAid, às 14h as autoridades removeram todas as pessoas da vila de Chen. Eles então conduziram uma busca para achar a casa dele, encontrando um cartão telefônico numa pilha de cinzas.
Por volta das 16h, as autoridades começaram a surra. Os gritos de dor de Chen foram ouvidos primeiro, enquanto sua esposa Yuan Weijing foi ouvida gritando iradamente e seu filho Kesi chorava. Depois de um tempo, a fonte diz que dava também para se ouvir os gritos de dor de Weijing. Daquele momento até às 20h, os únicos sons eram gritos de dor.
Algum tempo depois, um médico da vila teve permissão de dar a Chen algum tratamento médico apressado.
Durante a surra de quatro horas, a idosa mãe de Chen, que vive com eles, teria sido impedida de entrar em sua casa. Quando ela finalmente teve permissão de entrar, os vizinhos ouviram-na romper em lágrimas, e o choro agoniado dela — descrito como “angustiosos de ouvir” — continuaram por um longo tempo.
De acordo com a fonte, Zhang torturou Chen para tentar fazê-lo revelar como ele conseguira o cartão telefônico para fazer as chamadas em 25 de julho e para revelar onde ele o havia escondido. Quando Chen e sua esposa se recusaram a dar detalhes, sua casa foi revistada até se achar o cartão telefônico.
“Condenamos as autoridades de Shandong por sua extrema brutalidade contra o inocente ativista legal chinês cego Chen Guangcheng e sua esposa”, disse Bob Fu, fundador e presidente de ChinaAid.
“A brutalidade do governo chinês contra corajosas pessoas como o sr. Chen, que promovem o Estado de direito, deveria certamente fazer com que o mundo tenha sérias dúvidas sobre a sinceridade do compromisso do governo chinês para com os direitos humanos internacionais”, disse Fu.
Chen esteve preso por quatro anos e três meses por desmascarar as medidas violentas usadas para implementar a política de único filho na China, inclusive abortos forçados e esterilizações involuntárias que em seu país só em 2005 chegaram a um número de 130.000.
Desde que foi solto da prisão em setembro de 2010, Chen vem sendo mantido sob prisão doméstica ilegal, lhe negam tratamento médico para seus sérios problemas intestinais e o privaram de todo contato com o mundo exterior. Jornalistas e ativistas que tentam visitá-lo são ameaçados, atacados e mandados embora.
Em 21 de julho, a Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara dos Deputados dos EUA aprovou unanimemente uma emenda ao projeto de lei de verbas para o Departamento de Estado em 2012 apoiando Chen e sua esposa.
Assine uma petição para deter os abortos forçados na China aqui.
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